Investimentos da gestão Riedel em Campo Grande impulsionam desenvolvimento local e avanços estruturantes em toda a cidade

Aportes em infraestrutura, educação, qualificação profissional, mobilidade urbana e programas sociais são fundamentais para o desenvolvimento de qualquer localidade. Em Mato Grosso do Sul não é diferente, com todos os 79 municípios recebendo pleno apoio do Governo do Estado. Campo Grande, a capital sul-mato-grossense, recebe atenção especial por concentrar cerca de 1/3 da população estadual.

Sob a gestão do governador Eduardo Riedel – que tem entre seus principais pilares o trabalho municipalista, ou seja, alcançando diretamente o cidadão onde ele está – uma série de investimentos estruturantes vem se consolidando na Capital e no interior.

Somente por meio do programa MS Ativo, o Governo de Mato Grosso do Sul já investiu mais de R$ 286 milhões em obras concluídas na Capital, além de outros R$ 324 milhões previstos em novas frentes de trabalho, totalizando cerca de R$ 610 milhões em investimentos entre obras urbanas, convênios e construções civis.

Entre as obras emblemáticas executadas com apoio estadual estão a revitalização da Avenida dos Cafezais, a modernização da Avenida Duque de Caxias e a pavimentação em bairros como Moreninhas, Nova Campo Grande, Noroeste, Caiobá, Centenário, Nashville, Nova Lima e Lageado.

Na região do Itamaracá e do bairro Itatiaia, os investimentos contemplam drenagem, pavimentação e melhoria da malha viária, ampliando a segurança e a qualidade de vida da população. Também estão previstas novas intervenções em saneamento, iluminação pública e revitalização de espaços de lazer.

Na zona rural, o Estado executa a pavimentação da rodovia CG-150, ligando a BR-262 à ponte sobre o Ribeirão Botas, beneficiando produtores rurais e fortalecendo o escoamento da produção.

Educação modernizada e qualificação gerando oportunidades

A Rede Estadual de Ensino em Campo Grande também passou por forte modernização. Desde 2023, o investimento em infraestrutura escolar já ultrapassa R$ 103 milhões. Atualmente, 52 das 76 escolas estaduais da Capital funcionam em modelo de educação integral. Além disso, todas as unidades contam com videomonitoramento e reforço em tecnologia educacional.

O Governo do Estado ainda implantou placas solares em 40 escolas estaduais, reduzindo custos e incentivando a produção de energia limpa, além da instalação de gás natural encanado em 33 unidades escolares, trazendo mais segurança e eficiência operacional. O programa MS Alfabetiza também ampliou o suporte à educação infantil, com a distribuição de mais de 67 mil exemplares pedagógicos para estudantes da Capital.

A política de qualificação profissional é outro eixo estratégico da gestão estadual. Em dois anos, aproximadamente 350 mil capacitações foram ofertadas em Campo Grande por meio de parcerias com instituições como Senai, Senac, Sebrae e o programa MS Qualifica.

As ações buscam ampliar oportunidades de emprego, estimular o empreendedorismo e atender setores que enfrentam escassez de mão de obra qualificada, fortalecendo a economia local em um cenário de pleno emprego.

Programas sociais, inclusão e integração

Na área social, o Governo do Estado mantém programas voltados à inclusão e proteção das famílias mais vulneráveis da Capital. Atualmente, mais de 14,6 mil famílias campo-grandenses são atendidas pelo programa Mais Social, que garante auxílio mensal para alimentação, higiene e gás de cozinha.

Outras 7,3 mil famílias são beneficiadas pelo programa Conta de Luz Zero, enquanto 655 cuidadores recebem apoio financeiro pelo programa Cuidar de Quem Cuida. Já o MS Supera contempla 760 estudantes com auxílio financeiro para permanência em cursos universitários, técnicos e profissionalizantes.

O modelo de gestão adotado pelo Governo do Estado prioriza a atuação conjunta com os municípios para acelerar entregas e ampliar resultados à população. A parceria institucional entre Estado e Prefeitura tem permitido a execução de obras estruturantes e a ampliação de serviços em diferentes regiões de Campo Grande. Além das ações diretas do Governo, a Capital também segue recebendo a maior fatia da repartição do ICMS entre os municípios sul-mato-grossenses.

Repasse do ICMS fortalece apoio à Capital

Além do apoio direto do Executivo sul-mato-grossense, Campo Grande ainda conta com repasses legais de recursos oriundos de impostos, como o IPVA e o ICMS. Esses repasses ocorrem via IPM (Índice de Participação dos Municípios), especificamente para o ICMS, e obedecem critérios previstos na Constituição Federal e em legislação específica, sem relação com decisões individuais ou discricionárias.

A composição do índice considera fatores como valor adicionado fiscal, população, extensão territorial, receita própria e critérios ambientais, incluindo o chamado ICMS Ecológico. A definição das regras passa por pactuação entre os próprios municípios, dentro de instâncias representativas municipalistas, incluindo a Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul), seguindo parâmetros estabelecidos nacionalmente.

Registrando pequenas oscilações nos índices ao longo dos últimos anos – 13,3% em 2023, 11,9% em 2024, 12,2% em 2025 e 12,1% em 2026 – Campo Grande permanece com a maior participação entre todos os municípios do Estado.

Especialistas apontam que mudanças na dinâmica econômica estadual, especialmente o crescimento industrial e logístico de cidades do interior como Corumbá (gás boliviano) e Três Lagoas (boom da indústria florestal), impactam diretamente a composição do valor adicionado fiscal e, consequentemente, os percentuais de distribuição do imposto.

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