Café: Robusta voltar a ganhar mais de US$ 100 por tonelada e mercado mantém foco no Vietnã

Depois de dois dias de correção para os preços, o mercado do café voltou a operar com valorização para os principais contratos nos terminais de Nova York e Londres nesta quarta-feira (24).

O mercado volta a ter suporte nas preocupações com a oferta global do produto, sobretudo ainda de olho nas lavouras do Vietnã. De acordo com analistas ouvidos pelo Notícias Agrícolas, os fundamentos continuam os mesmos e sólidos, mantendo a janela de oportunidades para o produtor brasileiro.

Café: Robusta voltar a ganhar mais de US$ 100 por tonelada e mercado mantém foco no Vietnã

Depois de dois dias de correção para os preços, o mercado do café voltou a operar com valorização para os principais contratos nos terminais de Nova York e Londres nesta quarta-feira (24).

O mercado volta a ter suporte nas preocupações com a oferta global do produto, sobretudo ainda de olho nas lavouras do Vietnã. De acordo com analistas ouvidos pelo Notícias Agrícolas, os fundamentos continuam os mesmos e sólidos, mantendo a janela de oportunidades para o produtor brasileiro.

Por volta das 09h22 (horário de Brasília), julho/24 tinha alta de 250 pontos, negociado por 224,40 cents/lbp, setembro/24 tinha valorização de 255 pontos, valendo 222,65 cents/lbp, dezembro/24 avançava 260 pontos, cotado por 221,20 cents/lbp e março/25 tinha alta de 260 pontos, valendo 220,60 cents/lbp.

Em Londres, o robusta mais uma vez puxa as altas, avançando mais de US$ 100 por tonelada. Julho/24 tinha alta de US$ 115 por tonelada, negociado por US$ 4232, setembro/24 tinha alta de US$ 101 por tonelada, valendo US$ 4145, novembro/24 tinha alta de US$ 88 por tonelada, negociado por US$ 4012 e janeiro/25 avançava US$ 102 por tonelada, negociado por US$ 3885.

“Estoques baixos tanto nos países produtores como nos países consumidores, com seguidos problemas climáticos em todo o mundo, que devem continuar se sucedendo. Aumento de consumo mundial, com um crescimento mais robusto na Ásia, onde a China começa a se destacar, aumentando ano após ano suas importações de café”, acrescenta a última análise do Escritório Carvalhaes.

Virgínia Alves | @imvirginiaalves

Fonte:

Notícias Agrícolas

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